quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Os ômega-3 e a saúde humana

Ricardo B. Marques
Biólogo. Professor de Biologia Celular e Molecular. Membro da American Society for Biochemistry and Molecular Biology (ASBMB, USA), e da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC).


Os hábitos alimentares e os ácidos graxos essenciais

Óleo é um tipo de gordura. E gordura costuma ter certa má fama entre a maioria das pessoas, mas é preciso lembrar que o mal está nos excessos. Além disso, há lipídios que são indispensáveis para a saúde do organismo. Por exemplo, a família dos ácidos graxos poliinsaturados (PUFA – Polyunsaturated Fatty Acids), que são conhecidos como “óleos essenciais”, ou, mais corretamente, “ácidos graxos essenciais” (EFA – Essential Fats Acids). Esse nome é porque, assim como as vitaminas, eles são vitais para nós, mas não podem ser produzidos pelo corpo; assim, precisam ser obtidos na alimentação.

Só que há um problema: com as mudanças nos hábitos alimentares que a sociedade tem provocado ao longo dos últimos tempos, os níveis de alguns desses ácidos graxos essenciais (EFA) na dieta cotidiana têm se tornado criticamente baixos. Enquanto isso se observa um cada vez mais perigoso aumento de gorduras saturadas, as consideradas verdadeiramente “más”.

Os EFA são divididos em dois grupos: os do tipo Ômega-6 e os do tipo Ômega-3. O organismo converte parte dos Ômega-3 em substâncias anti-inflamatórias, e parte dos Ômega-6 em substâncias pró-inflamatórias. Precisamos de ambos, e um tipo não pode ser transformado no outro; conseqüentemente, os dois precisam constar da nossa dieta de forma balanceada, para que tenhamos boa saúde, pois é fácil concluir que o excesso de Ômegas-6 piora doenças inflamatórias, e o excesso de Ômega-3 reduz essas doenças. Entretanto, o equilíbrio entre os dois não é o que se tem observado.

Na verdade, os níveis de Ômega-6 têm, cada vez mais, aumentado na dieta, em contraposição aos níveis de Ômega-3, que têm caído sistematicamente. O ideal seria que a proporção entre os dois grupos de substâncias fosse de 1:1, ou, no máximo, de 4:1 (quatro partes de Ômega-6 para uma de Ômega-3), mas a realidade é que, numa média mundial, a diferença está em torno de 12:1, e na dieta ocidental, chega a atingir 45:1! Entre as principais razões desse descontrole estão: o consumo exacerbado de óleos extraídos de plantas de clima quente, deficientes em Ômega-3, como o milho, o girassol e o gergelim; a hidrogenação de óleos no processo de industrialização (para aumentar a durabilidade); o consumo decrescente de peixes e frutos do mar; a perda de germens dos cereais que contém ácidos graxos, devido às práticas modernas de moagem; aumento de 2.500% na ingestão de ácidos graxos TRANS, ainda muito utilizados na indústria (margarinas, biscoitos, sorvetes etc.) e que, além de outros problemas graves que causam, interferem na absorção e na síntese de Ômega-3; aumento de 250% na ingestão de açúcares refinados, que interferem negativamente nas enzimas que sintetizam Ômega-3; entre outros.

Conhecendo a grande importância dos Ômega-3 para a saúde, sua carência é vista como um dos principais motivos para o aumento de várias doenças no mundo, especialmente as crônico-degenerativas de caráter inflamatório.

Falando agora somente nos Ômega-3, dizemos que eles formam uma família também de dois grupos: o de cadeia curta e o de cadeia longa. O de cadeia curta é o ALA (ácido alfalinoléico), presente em alguns alimentos vegetais, incluindo óleos como o de linhaça e canola. O grupo de cadeia longa é composto pelo EPA (ácido eicosapentaenóico) e o DHA (ácido docosahexaenóico), que são sintetizados por minúsculos organismos vegetais marinhos, os fitoplânctons, mas são encontrados em peixes marinhos de águas frias e profundas, como salmão, sardinha, cavala, arenque, bacalhau, anchova, entre outros, que se alimentam de fitoplânctons, e também em certos frutos do mar, a exemplo de lagostas e camarões.

Embora se saiba que o ALA, obtido em vegetais, é convertido em EPA e DHA dentro do nosso organismo, pairam sérias dúvidas sobre se as fontes vegetais de Ômega-3 podem efetivamente suprir as quantidades de EPA e DHA requeridas para a saúde. Daí a exigência de consumo de alimentos que já sejam, eles mesmos, ricos em EPA e DHA.

Mas há uma dificuldade nesse ponto. Por exemplo, o Dr. Nataniel Viuniski, um dos maiores especialistas brasileiros em obesidade infantil, e membro do Conselho Médico-Científico da Herbalife, chama a atenção para a realidade cotidiana (1): “No dia-a-dia agitado que vivemos no século XXI, fica muito difícil incluirmos esses peixes ricos em Ômega-3 na nossa dieta, pois, além de caros, são difíceis de encontrar e não fazem parte do cardápio típico do brasileiro”. Outro alerta, lançado pelo Dr. Nataniel, dirige-se às pessoas que fazem dieta para controle de peso: “muitas pessoas diminuem drasticamente a ingestão de gorduras quando querem controlar seu peso, privando o organismo dos ácidos graxos essenciais”. Uma dieta que siga um programa nutricional sério, científico, associado a suplementos que garantam a saúde, torna-se, por isso, uma necessidade.

Evidências científicas dos efeitos benéficos dos Ômega-3

Pesquisas realizadas na UNESP (Universidade Estadual Paulista), em Botucatu, SP, confirmaram aquilo que a literatura científica mundial vinha demonstrando: os ácidos graxos Ômega-3, quando incorporados à alimentação, tornam-se um importante aliado na prevenção de doenças do coração e funcionam como alternativa aos medicamentos antiinflamatórios.

Essas conclusões resultam de teses defendidas na Faculdade de Medicina da UNESP e constam de artigo publicado no Informativo Proex (2), da própria Universidade. O referido artigo cita o professor Roberto Carlos Burini, chefe do Centro de Metabolismo e Nutrição da Faculdade de Medicina da UNESP (Botucatu), que afirma: “(...) O W-3 (Ômega-3) colabora em 50% na redução de doenças do coração e também auxilia em 40% na redução da inflamação". O artigo acrescenta, ainda, que estudos realizados com pacientes portadores de retocolite ulcerativa, pênfigo foliáceo (“fogo selvagem”) e artrite reumatóide demonstraram efeitos biológicos positivos dos Ômega-3 sobre tais enfermidades, inclusive produzindo diminuição dos níveis de colesterol e, principalmente, de triglicerídeos.

Na mesma fonte encontra-se referência aos benefícios dos Ômega-3 em esportistas e atletas: uma vez incorporados à alimentação, os esportistas obtêm melhor desempenho aeróbico, isto é, conseguem um aumento da capacidade de seu organismo em absorver oxigênio, porque os Ômega-3 atuam na diminuição da viscosidade sangüínea. Fica entendido, portanto, que estes ácidos graxos colaboram para que haja ganhos na distribuição de oxigênio e nutrientes pelos músculos e demais tecidos do corpo. Explica o Dr. Burini: "Ingerindo-se cerca de 4g de W-3 diariamente, por pelo menos três semanas, já é possível obter os efeitos benéficos deste ácido graxo".

Por sua vez, o The Cancer Council (Conselho de Câncer), da Austrália, publicou em janeiro de 2006, com revisão em maio, o Health Professionals Summary – Omega-3 fatty acids, fish and cancer prevention 3 (Ácidos graxos Ômega-3, peixes e prevenção do câncer), onde são feitas referências importantes ao papel altamente positivo desses lipídios na prevenção e/ou contenção de diversas doenças que acometem o ser humano. É dito, por exemplo, que: “Há evidências limitadas, porém sugestivas, de associações entre o aumento do consumo de peixes e a redução de riscos de câncer de seio, de reto e de próstata, e entre uma elevada proporção de ácidos graxos Ômega-3 e ômega-6 na dieta e a redução de câncer de seio. (...) A evidência científica confirma claramente que pessoas que incluem ácidos graxos Ômega-3 provenientes de ambas as fontes, marinha e vegetal, como parte de uma dieta balanceada, experimentam um leque de melhorias nas condições de saúde. Os ácidos graxos Ômega-3 são conhecidos por ajudarem a reduzir o risco de doenças do coração, reduzir os triglicerídeos e aliviar estados inflamatórios como a artrite reumatóide e a doença inflamatória do intestino”.

No referido trabalho o Conselho de Câncer recomenda que as pessoas comam peixe (preferivelmente óleo de peixe) no mínimo duas vezes por semana, e incluam alguns alimentos e óleos vegetais ricos em ácidos graxos ômega-3 em sua dieta. Ressalta que “essas recomendações são consistentes com os Fundamentos do Coração (Heart Foundations) em todo o mundo e com o Guia de Dieta para Adultos Australianos (Dietary Guidelines for Australian Adults)”.

Já no seu COMA Report – Committee on Medical Aspects of the Food and Nutrition Policy (4) (Relatório COMA – Comitê para Aspectos Médicos da Política de Nutrição e Alimentos), o Departamento de Saúde (Department of Health), assim como a AHA - American Heart Association (5) (Associação Americana para o Coração) recomendam o consumo mínimo de duas refeições de peixe por semana, onde pelo menos uma das quais precisa ser rica em óleo de peixe (como sardinhas, cavala e arenque). Já para pessoas que não gostam de peixe, é recomendado que seja tomado um suplemento de óleo de peixe com alto nível de Ômega-3, o que supriria, nesse aspecto, as necessidades de proteção à saúde proporcionada pelo consumo de peixe em si.

Dentre os efeitos altamente positivos dos Ômega-3, faz-se referência, por exemplo, ao fato de que eles reduzem o risco de formação de coágulo sangüíneo no interior dos vasos – efeito semelhante ao da aspirina, mas sem os efeitos colaterais desse medicamento. Isso ajuda o sangue a fluir mais livremente, e reduz o risco de um coágulo sangüíneo bloquear artérias coronárias estreitadas, o que poderia resultar em ataque cardíaco potencialmente fatal. Cita-se, ainda, que estimulam os músculos que revestem as paredes das artérias a relaxar, facilitando o fluxo sangüíneo; aumentam os níveis de HDL (“bom colesterol”) e reduzem outros lipídios sangüíneos que são prejudiciais; ajudam a reduzir a pressão sangüínea; previnem arritmias cardíacas (batimentos cardíacos irregulares), entre outras benesses. Pesquisadores também têm relatado que a suplementação de óleo de peixe pode prevenir a reincidência no fechamento das artérias coronarianas (restenose) em pacientes submetidos a angioplastia (cirurgia para abrir artérias estreitadas).

Do mesmo modo que reduzem o risco de ataque cardíaco – através do “afinamento” do sangue, protegendo contra coágulos –, os Ômega-3 podem proteger contra derrames. A maioria dos derrames (85%) resulta de um coágulo sangüíneo (trombose) bloqueando uma artéria no cérebro. Entretanto, ao mesmo tempo em que os Ômega-3 são necessários e excelentes para prevenir derrames, é preciso que se alerte para o fato de que suplementos contendo esses ácidos graxos precisam ser de altíssima qualidade, respaldados por médicos e cientistas de referência, e devem ser consumidos em doses apropriadas – isso porque, assim como a aspirina, doses exageradas de Ômega-3 podem “afinar” demais o sangue e aumentar o risco de hemorragias em casos específicos de problemas de saúde.

Na Conferência de Biologia Experimental de 2002, nos EUA, foram apresentados resultados (6) de pesquisas biomédicas revelando que o óleo de alguns peixes, rico em Ômega-3, produziu um significante aumento na sensibilidade à insulina em pacientes com sobrepeso. Isso significa que os Ômega-3, se consumidos apropriadamente na alimentação rotineira, e/ou obtidos com suplementos de alto nível de confiabilidade, reduzem os riscos da resistência à insulina e do desenvolvimento de síndrome metabólica, considerada hoje a maior causa de doenças cardiovasculares, entre outras.

De acordo com o American Journal of Clinical Nutrition (7), pesquisadores estudaram como o óleo de peixe afeta uma molécula chamada “fator de necrose tumoral-alfa” (TNF – tumor necrosis factor-alpha), conhecida por ser o “gatilho” inflamatório do corpo. O resultado indicou que o óleo de peixe age como substância antiinflamatória ao suprimir a capacidade do organismo de produzir TNF. Por isso os Ômega-3 apresentam efeitos tão marcantes na prevenção e/ou redução dos sintomas das artrites e de outras enfermidades de origem inflamatória.

Em resumo, eis uma lista dos benefícios diretos e indiretos proporcionados pelo consumo regular de Ômega-3, com base na literatura científica atual:

  • Redução dos processos inflamatórios no organismo
  • Redução dos níveis sangüíneos de triglicerídeos (gorduras) e dos níveis sangüíneos de LDL (“mau” colesterol) e aumento do HDL (“bom” colesterol)
  • Redução do desenvolvimento de resistência à insulina e de síndrome metabólica
  • Controle/redução da pressão arterial; prevenção de arritmias cardíacas
  • Promoção do desenvolvimento cerebral de fetos e recém-nascidos (o DHA é um dos principais componentes de estruturas cerebrais) e regulação de diversas funções cerebrais também em adultos, influenciando no humor, coordenação e capacidade de aprendizagem; têm sido observados efeitos benéficos sobre certos casos de depressão e de esquizofrenia
  • Relaxamento dos músculos que revestem as paredes das artérias, facilitando o fluxo sangüíneo
  • Prevenção da reincidência no fechamento das artérias coronarianas (restenose) em pacientes submetidos a angioplastia
  • Redução da agregação plaquetária; redução do risco de trombose e embolias; prevenção de derrames e outros acidentes vasculares
  • Proteção do endotélio (parede dos vasos sangüíneos); prevenção primária e secundária da aterosclerose
  • Coadjuvante no tratamento de várias doenças, como a doença inflamatória do intestino, retocolite ulcerativa, pênfigo foliáceo, artrite reumatóide, lupus, algumas desordens renais, diversos problemas inflamatórios de pele (psoríase, eczemas etc.), doença de Chrohn, entre outras
  • Fortalecimento e manutenção da integridade da retina; ajuda na melhoria da acuidade visual
  • Estimulação do sistema imunitário
  • Prevenção de alguns tipos de câncer, como o de seio, de reto e de próstata

Uma dificuldade que se agrava nos últimos tempos é que a poluição marinha está aumentando drasticamente, contaminando os ecossistemas até em alto mar. O fitoplâncton, produtor dos Ômega-3, é quem primeiro sofre as conseqüências, acumulando toxinas e metais pesados, como o mercúrio, em seus organismos, fixando-os junto aos ácidos graxos. Os animais marinhos que se alimentam do fitoplâncton absorvem esses poluentes, que se reúnem às substâncias tóxicas já presentes no organismo desses animais, pelo fato destes também viverem no ambiente poluído, pois nas águas profundas há considerável deposição de metais pesados. Estes e outros elementos perigosos à saúde se fixam justamente nos óleos que o peixe armazena em seu organismo. Por conseguinte, quando se come esses animais, adquire-se também toda essa carga de contaminantes para o corpo, resultando em intoxicações e doenças diversas, em médio e longo prazo.

Por outro lado, quando esses óleos contaminados são extraídos dos animais para encapsulação e comercialização na forma de suplementos, as toxinas e poluentes vão junto, de maneira que o consumo dos suplementos se torna também um risco. Ao mesmo tempo, quando os tipos especiais de peixes que fornecem Ômega-3 são criados em cativeiro, alimentados com ração – aliás, principal origem de grande parte dos peixes consumidos hoje –, evidências indicam que os ácidos graxos não mantêm todas as suas propriedades funcionais, além de mostrar-se difícil garantir a adequada proporção de Ômega-3 nos organismos dos peixes, diferente do que acontece no ambiente natural.

O próprio descobridor dos Ômega-3 (8), e indicado ao Prêmio Nobel, Dr. George Pigott, PhD, membro do Conselho Médico-Científico da Herbalife, professor de Engenharia de Alimentos, fundador e diretor do Institute of Food Science and Technology (Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos), do College of Aquatic and Fishery Sciences (Faculdade de Ciências Aquáticas e de Pesca), Universidade de Washington, analisa (9) como a tecnologia e as práticas comerciais de cultivo afetam o valor nutricional de certos peixes, moluscos, crustáceos e plantas de água doce. O Dr. Pigott tem sido considerado uma das maiores autoridades mundiais nessa área, com diversos artigos e livros publicados, onde estuda e sugere medidas apropriadas de captura, transporte, armazenamento, processamento e distribuição de alimentos de origem aquática, de maneira a reduzir as perdas nutricionais.

Fica a pergunta: como fazer para garantir a saúde humana com o consumo adequado de Ômega-3 se o acesso aos mesmos passa por riscos de se adoecer por contaminação, e se o óleo proveniente de peixes de cativeiro não mantém as mesmas propriedades? Ficou demonstrado que a suplementação diária é imprescindível. Mas aqui reside uma dificuldade: nem todos os suplementos são saudáveis nem dignos de confiança, pois o processo para extração deve ser de alta tecnologia, e rigoroso na eliminação dos contaminantes, assim como precisa ser garantida a origem dos peixes de onde o óleo é extraído: obrigatoriamente de águas frias e profundas, alimentados com fitoplâncton. É preciso, então, que na hora de se escolher o suplemento se garanta que o mesmo seja obtido e processado por uma companhia séria, através de uma altíssima tecnologia de refinamento do óleo que extraia 100% de quaisquer toxinas e poluentes presentes no organismo dos animais marinhos, e que essa rara qualidade seja garantida por um Conselho Médico-Científico de reputação ilibada e que responda científica e tecnicamente pela mesma.

Enxerga-se aí o limitador de que, por enquanto, só se conhece uma companhia no mundo detentora desse exclusivo processo de alta tecnologia, e que tenha o nível requerido de rigor, responsabilidade e seriedade na produção de suplementos à base de Ômega-3; igualmente, tal companhia é a única dotada de um Conselho Médico-Científico que atende aos requisitos de extrema confiabilidade e elevada reputação, cujo número de integrantes é superado apenas pelo Conselho Médico-Cientifico da OMS (Organização Mundial de Saúde) e seus integrantes são pesquisadores e dirigentes dos melhores centros universitários de Nutrição Humana, a exemplo do Centro de nutrição Humana da UCLA (Universidade da Califórnia), incluindo laureados com o prêmio Nobel de Medicina. Dentre eles, conforme observado, encontra-se o próprio Dr. George Pigott, descobridor dos Ômega-3.

Conclusão

A conclusão final pode ser resumida em quatro pontos:

1. Pessoas saudáveis necessitam consumir rotineiramente quantidades adequadas de ácidos graxos Ômega-3, tanto para prevenir quanto para controlar e/ou reduzir diversos tipos de doenças cujo índice tem aumentado em muitos países, especialmente no Brasil.

2. A maioria das pessoas não inclui esses ácidos em seu dia-a-dia, tornando-se fortes candidatas ao desenvolvimento de tais enfermidades, e aquelas já acometidas por tais doenças, pela carência de Ômega-3 tendem a piorar gradativamente.

3. A solução mais plausível e recomendada por médicos e cientistas da área é o consumo regular de suplementos de Ômega-3.

4. A escolha dos suplementos deve se mirar na garantia da melhor e mais alta qualidade e tecnologia existente de refinamento e produção, com respaldo de médicos e cientistas conhecidos e de absoluta confiabilidade, que se responsabilizem pelas formulações e pela origem e processamento do produto.


Referências

1. Viuniski, N. Ômega-3 e a Nutrição Inteligente. HerbalifeToday, Herbalife do Brasil, 2005; 18.
2. http://proex.reitoria.unesp.br/informativo/WebHelp/2002/edi__o06/edi06_arq12.htm (O Informativo Proex é uma publicação da UNESP cujo objetivo é divulgar as principais ações da Pró-Reitoria de Extensão Universitária).
3. The Cancer Council. Health Professionals Summary - Omega-3 fatty acids, fish and cancer prevention (Developed January 2006 and Reviewed May 2006). Em: http://www.nswcc.org.au/html/healthprofessionals/nutrition_physical/downloads/omega3_hp_summary.pdf#search=%22COMA%20report%20omega%203%22
4. United Kingdom Department of Health. Nutritional aspects of the development of cancer. Relatório do grupo de trabalho sobre dieta e câncer do Comitê para Aspectos Médicos da Política de Nutrição e Alimentos (Committee on Medical Aspects of the Food and Nutrition Policy. Committee on Medical Aspects of the Food and Nutrition Policy, editor. 1998. Norwich, UK, The Stationery Office.
5. Kris-Etherton, P.M., Harris, W.S., Appel, L.J. AHA Scientific Statement: Fish Consumption, Fish Oil, Omega-3 Fatty Acids and Cardiovascular Disease. Circulation: Journal of the American Heart Association, 2002; 106: 2747-2757
6. Denkins, Y. Pennington Biomedical Research Institute, Louisiana State University Baton Rouge. Experimental Biology 2002 Conference, April 20, 2002.
7. Grimble, B., et al. The ability of fish oil to suppress tumor necrosis factor alpha-production by peripheral blood mononuclear cells in healthy men is associated with polymorphisms in genes that influence tumor necrosis factor alpha-production. American Journal of Clinical Nutrition; 76, 454-459.
8. Pigott, G. M. and Tucker, B. W. (1987). Science opens new horizons for marine lipids in human nutrition. Food Review International, 3, 105-138.
9. Piggot, G. M.; Tucker, B. W. Seafood: Effects of Technology on Nutrition. Marcel Dekker Inc., USA, 1990.

2 comentários:

Julio disse...

Obrigada por oferecer um material tão completo sobre o ômega-3 a disposição de todos. Gostaria de pedir a gentileza de escrever o nome da empresa comentada, que teria respaldo para produzir o suplemento livre dos metais pesados e outros produtos contaminantes.

Anônimo disse...

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